Quando a crítica ao negócio vira crítica pessoal
Receber uma crítica sobre o negócio e sentir como se fosse sobre si.
Um comentário sobre processo, atendimento ou decisão vira dúvida pessoal. Pesa mais do que deveria.
Mesmo quando a crítica faz sentido, o corpo reage antes do pensamento. Vem defesa, culpa, vontade de justificar.
Como se errar no negócio fosse errar como pessoa.
Isso acontece quando a fronteira entre quem toca o negócio e o negócio se mistura.
O trabalho deixa de ser algo que se faz.
Vira algo que se é.
Com o tempo, qualquer problema parece exposição.
Qualquer ajuste parece falha.
A crítica não encontra distância para ser tratada com calma.
O custo é silencioso.
Cansaço emocional.
Dificuldade de ouvir.
Medo de errar.
A sensação constante de estar em avaliação.
Perceber isso não é criar armadura.
É notar quando a crítica deixou de ser sobre o trabalho e passou a pesar no corpo.
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Uma pergunta para acompanhar
Em que momento a crítica deixou de ser sobre o trabalho e passou a atingir você?
Se isso incomodar, tudo bem.
Perceber vem antes de reorganizar.
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