Quando o que
foi feito nunca
parece suficiente
Trabalhar muito.
Resolver, ajustar, segurar o que precisa ser segurado.
O negócio anda.
Mesmo assim, fica a sensação de que algo ainda está faltando.
O olhar vai direto para o próximo problema, a próxima pendência, o que não deu certo.
O que já foi feito passa rápido e quase não conta.
Com o tempo, isso vira rotina.
Trabalha-se muito, mas a sensação de avanço não acompanha.
Há movimento, mas não chegada.
Esse padrão não nasce de desinteresse.
Se forma quando a atenção fica sempre voltada para evitar que algo falhe.
O que falta pesa mais do que o que já foi construído.
O custo aparece aos poucos.
Dificuldade de reconhecer o próprio trabalho.
Pouca satisfação.
Sensação constante de estar em atraso.
Perceber isso não é sobre mudar agora.
É notar como o olhar vem sendo usado.
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Uma pergunta para acompanhar
Em que momento o que você faz deixa de parecer suficiente?
Se isso incomodar, tudo bem.
Perceber vem antes de reorganizar.
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